Vidro, ironia e deus é uma coletânea de textos em que Anne Carson tece fios poéticos que transitam entre o íntimo e o erudito, o clássico e o contemporâneo. O livro é composto por seis blocos – cinco poemas longos e um ensaio final –, que exploram temas como amor e perda, identidade, alienação e a tentativa de compreender o sagrado e o profano.
Entre os textos mais destacados estão “O Ensaio de Vidro”, um poema extenso sobre o fim de um amor narrado em diálogo com a obra de Emily Brontë; “Homens da TV”, que apresenta figuras como Heitor de Tróia, Safo e Antonin Artaud como se fossem personagens de televisão; e “A Queda de Roma”, que reflete sobre uma viagem a Roma e a sensação de alienação que ela provocou na autora. O ensaio “O gênero do som” nos relembra que a história está repleta de ruídos inaceitáveis: vozes agudas, fofocas, tagarelice, histeria, lamentos e gritos rituais. Quem os produz? Aqueles que se desviam do ideal masculino de autocontrole ou que lhe são deficientes: mulheres, catamitas, eunucos e andróginos se enquadram nessa categoria. Dos mitos da antiguidade a Margaret Thatcher, passando por Sigmund Freud e Gertrude Stein, o ensaio traça a construção da voz de acordo com os gêneros na cultura ocidental.
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