A escolha. O tempo. O vento. As estações. A transformação.
“Morada” é o videopoema que Adriana Lisboa apresenta neste mês na última coluna ALFAIATARIA do ano. Com uma trilha de fundo marcada pelo afagar das folhas ao vento, Adriana diz sobre a possibilidade de estada, residência, permanência em um instante, em um caminho. Uma trilha guiada por animais e plantas.
Inspirar e expirar. A poesia de Adriana, que tanta calma e inquietude nos traz.
Em “a flor e o seu protesto”, poema que integra o seu mais recente livro “O Vivo”, Adriana Lisboa escreve: “tanto já se falou da flor e o seu protesto aquela que rompe o asfalto a que entope os canos dos fuzis […] mas o que diz a flor quando não a tomamos emprestada …
COLUNA ALFAIATARIA
A escolha. O tempo. O vento. As estações. A transformação.
“Morada” é o videopoema que Adriana Lisboa apresenta neste mês na última coluna ALFAIATARIA do ano. Com uma trilha de fundo marcada pelo afagar das folhas ao vento, Adriana diz sobre a possibilidade de estada, residência, permanência em um instante, em um caminho. Uma trilha guiada por animais e plantas.
Inspirar e expirar. A poesia de Adriana, que tanta calma e inquietude nos traz.
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COLUNA ALFAIATARIA
Em “a flor e o seu protesto”, poema que integra o seu mais recente livro “O Vivo”, Adriana Lisboa escreve: “tanto já se falou da flor e o seu protesto aquela que rompe o asfalto a que entope os canos dos fuzis […] mas o que diz a flor quando não a tomamos emprestada …